Do Cesto ao Sinai
Gospel, HIPHOP, RAP, Épico, instrumentos usados na música- Violino, Violoncelo, Tímpanos, Pratos orquestrais, Coro etéreo, Piano cinematográfico, Sub-bass profundo -808-, Sitar ou Oud
14 days agoAria s1
Verso 1 – O Bebê das Águas
No silêncio do Egito, o decreto era morte
Mas uma mãe hebreia desafiou a sorte
Colocou o bebê no cesto, confiou no Deus da vida
O Nilo carregava promessa escondida
A princesa encontrou, o coração se abriu
E Moisés cresceu no palácio que um dia o oprimiu
Príncipe entre egípcios, mas hebreu na essência
Chamado pelo céu, marcado pela consciência
Pré-Refrão
Porque Deus escreve histórias que o mundo não prevê
E onde nasce um libertador, o inferno começa a tremer…
Refrão
Do cesto ao Sinai — Deus levantou
Um homem improvável que o céu transformou
Do palácio ao deserto, da fuga ao poder
A mão que abriu o mar ainda faz acontecer
Ohhh… Ele chamou
Ohhh… Moisés libertou
Verso 2 – Fuga e Deserto
Um dia viu um irmão sendo espancado a chorar
O fogo da justiça fez Moisés se levantar
O egípcio caiu morto, e o medo dominou
Fugiu para Midiã — e ali recomeçou
Quarenta anos pastor, aprendendo no silêncio
A ouvir a voz do vento e a crescer por dentro
Casou-se com Zípora, nova vida, novo chão
Mas o Deus do impossível tinha outra missão
Pré-Refrão
E no meio do deserto o sagrado acendeu
Uma sarça em chamas falou: “Eu Sou o que Sou, Sou Eu!”…
Refrão
Do cesto ao Sinai — Deus levantou
Um homem improvável que o céu transformou
Do palácio ao deserto, da fuga ao poder
A mão que abriu o mar ainda faz acontecer
Ohhh… Ele chamou
Ohhh… Moisés libertou
Ponte 1 – A Sarça Ardente e o Chamado
“Moisés, tira as sandálias, o lugar é santo aqui
Eu ouvi o meu povo gemendo, desci para te enviar dali
Vai a Faraó e diz: deixa meu povo ir!”
O medo apertou forte, mas Deus prometeu agir
O cajado virou serpente, o impossível virou sinal
Porque onde Deus coloca a mão, o natural vira imortal
Verso 3 – As Pragas e a Saída
Diante de Faraó a palavra ecoou
“Solta o meu povo!” — mas o rei não escutou
E o Nilo virou sangue, rãs invadiram chão
Piolhos, moscas, doenças, saraiva em destruição
Trevas engoliram o Egito como noite sem fim
E o primogênito caiu — o juízo chegou enfim
O choro tomou o palácio e o rei não resistiu
“Levem seu povo e vão!” — assim Israel partiu
Refrão (variação)
Do cesto ao Sinai — Deus escreveu
Caminhos impossíveis que só Ele teceu
A coluna de fogo guiando o viver
A mão que abriu o mar ainda faz acontecer
Ponte 2 – O Mar Vermelho
Na beira do mar fechado, o povo começou a gritar
Atrás vinha o exército — e não havia como escapar
Mas Deus disse: “Por que clamas? Avança!”
O cajado se ergueu… e a água abriu esperança
Paredes de cristal, chão seco sob os pés
E o povo atravessando como nunca se fez
Quando o Egito avançou, o mar retornou
E com um só mover de Deus, a ameaça afundou
Verso 4 – Sinai, Tábuas e Deserto
No Sinai Deus desceu entre trovões e fumaça
Escreveu com Seu dedo a lei que nunca passa
Mas o povo fez bezerro e a ira incendiou
Moisés quebrou as tábuas quando o pecado encontrou
Deus deu outras depois, renovando o coração
Mas quarenta anos de teste moldaram a geração
Murmúrio, maná, serpentes, vitória e chão
Até que Moisés, já velho, ouviu a
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