Verso 1 – O Bebê das Águas No silêncio do Egito, o decreto era morte Mas uma mãe hebreia desafiou a sorte Colocou o bebê no cesto, confiou no Deus da vida O Nilo carregava promessa escondida A princesa encontrou, o coração se abriu E Moisés cresceu no palácio que um dia o oprimiu Príncipe entre egípcios, mas hebreu na essência Chamado pelo céu, marcado pela consciência Pré-Refrão Porque Deus escreve histórias que o mundo não prevê E onde nasce um libertador, o inferno começa a tremer… Refrão Do cesto ao Sinai — Deus levantou Um homem improvável que o céu transformou Do palácio ao deserto, da fuga ao poder A mão que abriu o mar ainda faz acontecer Ohhh… Ele chamou Ohhh… Moisés libertou Verso 2 – Fuga e Deserto Um dia viu um irmão sendo espancado a chorar O fogo da justiça fez Moisés se levantar O egípcio caiu morto, e o medo dominou Fugiu para Midiã — e ali recomeçou Quarenta anos pastor, aprendendo no silêncio A ouvir a voz do vento e a crescer por dentro Casou-se com Zípora, nova vida, novo chão Mas o Deus do impossível tinha outra missão Pré-Refrão E no meio do deserto o sagrado acendeu Uma sarça em chamas falou: “Eu Sou o que Sou, Sou Eu!”… Refrão Do cesto ao Sinai — Deus levantou Um homem improvável que o céu transformou Do palácio ao deserto, da fuga ao poder A mão que abriu o mar ainda faz acontecer Ohhh… Ele chamou Ohhh… Moisés libertou Ponte 1 – A Sarça Ardente e o Chamado “Moisés, tira as sandálias, o lugar é santo aqui Eu ouvi o meu povo gemendo, desci para te enviar dali Vai a Faraó e diz: deixa meu povo ir!” O medo apertou forte, mas Deus prometeu agir O cajado virou serpente, o impossível virou sinal Porque onde Deus coloca a mão, o natural vira imortal Verso 3 – As Pragas e a Saída Diante de Faraó a palavra ecoou “Solta o meu povo!” — mas o rei não escutou E o Nilo virou sangue, rãs invadiram chão Piolhos, moscas, doenças, saraiva em destruição Trevas engoliram o Egito como noite sem fim E o primogênito caiu — o juízo chegou enfim O choro tomou o palácio e o rei não resistiu “Levem seu povo e vão!” — assim Israel partiu Refrão (variação) Do cesto ao Sinai — Deus escreveu Caminhos impossíveis que só Ele teceu A coluna de fogo guiando o viver A mão que abriu o mar ainda faz acontecer Ponte 2 – O Mar Vermelho Na beira do mar fechado, o povo começou a gritar Atrás vinha o exército — e não havia como escapar Mas Deus disse: “Por que clamas? Avança!” O cajado se ergueu… e a água abriu esperança Paredes de cristal, chão seco sob os pés E o povo atravessando como nunca se fez Quando o Egito avançou, o mar retornou E com um só mover de Deus, a ameaça afundou Verso 4 – Sinai, Tábuas e Deserto No Sinai Deus desceu entre trovões e fumaça Escreveu com Seu dedo a lei que nunca passa Mas o povo fez bezerro e a ira incendiou Moisés quebrou as tábuas quando o pecado encontrou Deus deu outras depois, renovando o coração Mas quarenta anos de teste moldaram a geração Murmúrio, maná, serpentes, vitória e chão Até que Moisés, já velho, ouviu a